terça-feira, 18 de dezembro de 2012

QUEBRA NOZES



Cenário 
O mais famoso ballet de todos os tempos comemora hoje, dia 18/12, exatamente 120 anos. Conhecido como O Quebra Nozes, ou The Nutcracker em outras línguas, o ballet conta com uma histórica aventura natalina. O compositor Pitor Ilitch Tchaikovsky, conhecido apenas pelo seu ultimo nome, foi criador de três ballets (Lago dos Cisnes, A bela adormecida e o próprio Quebra Nozes) e inovou ao misturar a magia do natal com passos de dança.


O espetáculo divide-se em dois atos, normalmente com um intervalo de X minutos. A historia é sobre uma menina, que na noite de natal, ganha de seu padrinho Dosslmeyer, um quebra nozes. A menina, chamada de Clara, apaixona-se perdidamente pelo brinquedo. O seu teimoso irmão Fritz, com inveja de não ter ganhado um brinquedo também, acaba dando-lhe uma noz maior do que o normal, e quebrando a sua função. Clara fica muito triste e acaba adormecendo com ele ao seu lado.
É ai que Clara entra em um mundo novo de sonhos, onde encontra o seu Quebra nozes com vida, de carne e osso, lutando contra um exercito de ratazanas malvadas.
Quebra nozes vence as ratazanas e acaba se encontrando sozinho com Clara.
O primeiro ato se termina quando o Quebra nozes leva Clara ate um bosque encantado, o Reino das Neves, passando por anjos e muitos flocos de neve.

O segundo ato inicia-se com ambos chegando no Reino dos Doces.
Ao entrar nesse tal reino, o Quebra nozes e Clara são recebidos pela Fada Açucarada e seu príncipe. Danças de todo o mundo rodeiam aquele reino, entre danças árabes (mostrando a importância do café), danças espanholas (do chocolate), danças chinesas (do chá) e danças russas (próprias de Tchaikovsky).
Clara, ao ver tudo isso, fica encantada, principalmente com as principais danças do rei e da rainha.
O segundo ato tem fim quando a menina volta para o seu mundo, vendo que na verdade, o Quebra nozes tem a mesma aparência que um menino que avistara na rua, sendo por coincidência, sobrinho de seu padrinho.

Ao longo da apresentação, a musica de Tchaikovsky encanta os ouvidos de quem esta assistindo e os passos doces envolvem o telespectador. Muitas são as musicas utilizadas não apenas para ballet, mas também para concertos e operas  fazendo com que essas se tornem memoráveis para a historia da cultura. 


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Palavras irlandesas

Alguns escritores marcaram a historia da literatura, nao apenas inglesa, mas do mundo inteiro.

James Joyce
James Joyce – Embora tenha vivido longe de sua cidade natal durante diversos anos, suas experiências irlandesas foram de suma importância para a realização de suas obras. Uma de suas maiores criações literárias foi Ulisses, publicado em 1922 e onde relatou que todos os personagens da historias existiram na vida real, tendo influencia em sua vida.
Ao longo de sua jornada, passa por diversos países: Franca, Inglaterra, Suíça, Estados Unidos, conhecendo assim a companheira que estaria com ele para o resto da vida.
conhece sua companheira Nora Bernacle.

Ao começo da Segunda Guerra Mundial, James acaba sendo perseguido onde residia em Paris e volta as pressas para Zurique, onde acaba morrendo em 1941.

 

Bram Stoker

Bram Stoker – Outro escritor irlandês que marcou a literatura foi Bram Stoker, tendo escrito a sua maior e mais completa obra: O Conde Drácula. Bram era um pesquisador veterano em historias mitológicas e folclores europeus, o que lhe deu a idéia de escrever tal romance. Embora viaje muito trabalhando para diversos meios de comunicação, nunca chega a conhecer a Europa Ocidental, palco de seu romance gótico e acaba morrendo em Londres, em 1912 ao contrair a doença sífilis.
 



Oscar Wilde



Oscar Wilde – Talvez Oscar Wilde seja o mais famoso e mais impactante escritor da literatura inglesa. Oscar cria um movimento chamado de dandaismo, onde defendia-se que sempre havia algo belo para “curar” os horrores da sociedade industrial.

Ele mesmo se considerava um integrante do seu movimento, um dandi.
Embora tenha escrito diversos livros, o mais famoso seria O retrato de Dorian Gray, que trata de arte e manipulacao humana. Alguns anos depois dessa publicacao, Oscar foi condenado a dois anos de prisao por cometer atos indecentes com outros rapazes, e entre esses periodo de prisao escreveu cartas que seriam um marco registrado de varios acontecimentos obscuros.
Apos sair da prisao, Oscar Wilde morreu de uma violenta crise de meningite, em uma pequena casa na cidade de Paris, onde nao seria mais conhecido pelo seu nome, mas sim por um pseudonimo que adotara: Sebastian Melmoth.           

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

As vozes que marcam os palcos


Cena cantada da ópera A Flauta Mágica, de Mozart
As óperas são uma perfeita combinação entre música e teatro, usando  a música para se comunicar e o teatro como cenário. Drama, melancolia e romance são sempre os temas principais desse fascinante coro apresentado.
A Itália, no século XVII, deu origem a esse magnífico movimento e foi, de longe, o país que mais contribuiu para a história da Ópera, tendo tido Roma aperfeiçoando os coros, Nápoles incentivando a arte de cantar e Veneza contemplando a música instrumental. Além disso, as óperas italianas sempre encenavam tragédias gregas ou tradições italianas do século XIV.

Essa cultura que vinha a ser criada, começou a se espalhar pelo mundo e apaixonar diversas pessoas que se tornariam um ícone, tanto cantores (Pavarotti, Andrea Bocelli) como criadores de óperas, que revolucionaram o mundo da música e da arte. Entre elas, destacam-se cinco dentre as mais famosas:  

 

- O Barbeiro de Sevilha, Gioacchino Rossini

- Carmen, George Bizet

- La Giocona, de Amilcare Ponchielli

- A Flauta Mágica, Mozart

- Cavalleria Rusticana – Pietro Mascagni

 

A ópera alemã também ganha ênfase, pois contribuiu muito para o desenvolvimento. Muito diferente da italiana, a ópera alemã é constituida de temas mitológicos e fantásticos, se afastando de algo trágico, terminando sempre em finais felizes, muitas vezes até mesmo cômicos.


Embora o enredo pareça complicado, não é. A ópera segue de um roteiro padronizado, começando a primeira parte com a abertura, onde é cantada uma música orquestrada; a segunda parte é quando os atores dialogam durante um tempo indeterminado, para dar êxtase a história, e nisso também o coro secundário começa dando voz ao teatro.

 

O FANTÁSMA DA ÓPERA

Embora esta obra não seja uma ópera, acontece dentro de uma. (Ópera Garnier, Paris). A obra conta a história de um triângulo amoroso entre um rico poderoso, uma jovem mulher que tinha uma voz maravilhosa e o tal “fantasma da ópera” que seria obcecado pela jovem.
O musical, considerado de gênero gótico, assombrador e trágico foi traduzidos das páginas do livro de Gaston Leroux (publicado em meados de 1910) para os palcos da Broadway, batendo um recorde de permanência nesta. Em diversos cantos do mundo o musical ainda é trazido para encantar apaixonados por musicais, ou até mesmo apaixonados pelo conflito.

“O Fantasma da Ópera” foi incorporado não apenas em teatro, mas também em filme, concluído em 2004. A trilha sonora é composta por músicas famosas, muito usadas instrumentalmente em filmes e suas coreografias surpreendem, compostas por muitos figurinos e máscaras.


 

 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Ora abóboras, é Halloween!


O Halloween, ou Dia de Todos os Santos (All Hallow’s Eve), é comemorado principalmente em países anglo-saxônicos e não se resume apenas a doces, travessuras e abóboras que decoram entradas de casas.Como comemora-se o Halloween em 31 de outubro, é interessante entender antes de tudo a sua origem.
Os celtas (habitantes da região onde hoje é a Irlanda), há aproximadamente 2.500 anos atrás, celebravam o fim do ano nessa data, e segundo suas crenças, os espíritos saíam de suas tumbas. Para evitar tal coisa, os celtas colocavam coisas assustadoras em suas cabanas, como ossos, cadáveres e objetos negativos para afugentar os espíritos. C
om o início da imigração no ano de 1840, irlandeses que fugiam para os EUA a procura de alimentação e comida devido a crise, trouxeram consigo essa tradição ainda enraizada.
Com o passar do tempo, a festa foi se tornando tipicamente americana e foi esquecendo a sua origem celta, porém a origem de “travessuras ou gostosuras” existe desde o século IX, onde adultos preparavam bolos com cobertura de groselha para entregarem para as crianças, e estas ao receberem o alimento, tinham que rezar por algum parente falecido da pessoa. Atualmente, essa tradição foi um pouco modificada. Adolescentes e crianças se vestem com fantasias diversas de bruxas, zumbis, múmias, vampiros, entre outros monstros assustadores. Quando começa a anoitecer estes saem pedindo doces pela vizinhança, sempre com a famosa frase: Trick or Treat? (Travessuras ou gostosuras) e ao final da noite se juntam para contar quantas balas, chocolates e chicletes cada um ganhou.

O Halloween é composto também por imagens que o simbolizam, como: bruxas – eram consideradas participantes das festas e assombravam o local com suas magias; abóboras – muito usadas como enfeites, tem origem da lenda de Jack, um homem que bebia demais e acabou fazendo um pacto com as trevas (antes não eram usadas abóboras, e sim nabos!); gato preto – muito ligado a bruxas, diziam que quando o bichano era preto, seria uma bruxa transformada; entre outros.

Essa festa originária de tantos anos, acabou se tornando um folclore mundial, muito comemorado em países como EUA, Inglaterra, Irlanda e Canadá; mas muitos foram os países que trouxeram um pedacinho da sua cultura para contribuir com o desenvolvimento dessa travessura sem fim.


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Disputa entre gigantes



Roda Gigante: Naquela época o destaque era Paris e a sua maravilha recentemente construída, a Torre Eiffel.
Em Chicago, as coisas não eram diferentes, todos admiravam a estrutura de ferro francesa e sonhavam em fazer algo parecido. Foi aí que veio Geroge Ferris, um engenheiro obcecado por ferrovias e pontes. Ele resolveu criar algo que, acreditava ele, fizesse ainda mais sucesso do que a Torre Eiffel.
Primeira Roda Gigante exposta na Feira Mundial de Chicago
Porém, poucos foram os seus patrocinadores. Poucos acreditavam no que estava por vir, e quase ninguém apoiava o seu projeto. Após muito lutar, Ferris consegue apoio de colegas arquitetos, que investiram cerca de 400.000 dólares em sua obra monumental.
A Roda Gigante de Ferris foi inaugurada em 21 de junho de 1893, e tinha como vista a Feira Mundial de Chicago (a obra contribuiu para o crescimento econômico dessa feira).
Essa novidade era diferente do que todos já haviam visto. Havia uma orquestra que tocava a cada movimento que ela dava, e o ingresso custava cerca de 0,50 centavos por uma volta de vinte minutos.
Desde então, muitas Rodas Gigantes viriam a ser construídas, mas algumas com finalidades diferentes. A maioria é construída em parque de diversões, e outras, como é o caso da famosa London Eye, na Inglaterra, foi construída apenas por motivos turísticos.

Essa primeira Roda Gigante construída por Ferris não existe mais atualmente. Suas peças foram usadas para a construção de pontes locais, que até hoje contribuem para o crescimento da cidade de Chicago.



Montanha Russa: Realmente, como diz o seu nome, essa estrutura surgiu na Rússia.
Em meados do século XIX, crianças criavam trilhos com trenós em cima de montanhas cobertas de neve e brincavam de descer rapidamente. Essa ideia foi adotada pelos czares russos, que construíram pequenos trens que seriam utilizados para completar os trilhos e animar ainda mais as crianças.

Montanha Russa patenteada pelo americano LaMarcus Thompson 
A ideia não passou despercebida pelos EUA, que rapidamente começaram a investir nessa nova folia do momento. Porém, era um pouco mais rudimentar do que atualmente. Os EUA colocaram em suas minas de carvão pequenos vagões que podiam ter a sua velocidade regulada pelos próprios passageiros, com apenas um freio de mão para quem não gostasse daquela velocidade, ou chegasse a passar mal.
Aos poucos, outros países foram adotando as técnicas dessa nova modernidade. Cenários eram montados para que os "trenzinhos" ficassem ainda mais divertidos; como é o caso de cenários de terror, ou até de amor para os apaixonados.
A Montanha Russa vinha se adaptando cada vez mais a tecnologia e inovando cada vez mais os seus movimentos. Em 1846, os franceses criam o looping, estreando essa novidade com apenas uma pessoa no carrinho.
Já em 1885, LaMarcus Adna Thompson, um americano que se baseava nas construções exteriores e que vinha acompanhando o crescimento dessa obra desde o começo, resolveu criar a "verdadeira" montanha russa, mais moderna, desenvolvida e acabou por patenteá-la.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

México: entre tradições e ruínas




Pirâmide do Sol, Teotihuacan
Tortilla, Mariachi, tequila e pimenta. Talvez seja  a primeira coisa que vem na cabeça quando se trata do México. Mas é muito mais. Esse país tem o privilégio de ter tudo em apenas um lugar, desde belezas naturais, tradições, gastronomia específica até o fato de ter sido o berço cultural da cultura latina. O México foi habitado durante vários anos por Maias e Astecas, que acabaram sendo exterminados com a chegada dos espanhóis. Porém, os nossos antepassados não foram embora sem deixar umas pequenas lembranças espalhadas por esse território maravilhoso.
As atrações turísticas são o que mais encantam os turistas. Entre elas, podemos destacar as Pirâmides de Teotihuacan, divididas entre pirâmide do Sol e da Lua. Estas foram construídas devido a uma lenda,  e passaram a ser utilizadas como área de cultivo e segurança. Localizadas há aproximadamente 40 km da capital, estão diariamente abertas a visitas e a longas caminhadas até o topo.
Outro destaque turístico é o próprio centro da Cidade do México. Cidade exótica, rodeada de trabalhadores ambulantes e com a Catedral em sua praça principal. Também é interessante não passar despercebido pela Basílica de Guadalupe, que recebe milhares de fiéis todos os dias, rezando pela Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira oficial do país. (O México e o Brasil são os países mais católicos da América Latina e tem o maior índice de fiéis).
Impossível também é deixar de ir no Museu Nacional de Antropologia e História, considerado um dos melhores do mundo. O museu abriga a história do México dos primórdios até os dias atuais, e tem objetos originais que não se vê em mais nenhum lugar.

Um dia bom e único para se visitar o México é o Dia de Finados. Do 31 de outubro ao 2 de novembro, os mexicanos comemoram (isso mesmo, comemoram!) a festa do dia dos mortos. Essa festa abrange muita comida, bebida e danças, pois todos acreditam que os mortos vem visitar os seus familiares e passar esse tempo com eles. O artesanato mexicano gira em torno de cadáveres decorativos, e não passam nada de negativo.

A gastronomia mexicana é algo que não se pode deixar passar em branco. Como ir ao México e não comer uma tradicional Tortilla com molho de guacamole, e uma quesadilla para começar?
Os mexicanos aderem muito a molhos e alimentos a base de milho, como seus antecedentes costumavam cultivar. Além disso, a pimenta é um ingrediente essencial no prato de todos os habitantes dessa terra, e muitas vezes chegam a assustar o turista por causa da quantidade exagerada.
A tequila no México é um aperitivo e um digestivo muito importante. Além de serem muito consumidas, são extremamente baratas. É comum ir a um restaurante tradicional e ser servido por um garçom que tem em seu crachá escrito: “Paz, amor y tequila”.

Como influência cultural temos uma pintora que se destaca pela sua originalidade e  vida tumultuada: Frida Kahlo (1907-1954). Embora casada com Diego Rivera, com quem sempre brigava, teve um relacionamento conturbado com o político russo Leon Trótski. Sua moradia, chamada de “Casa Azul” pelos turistas, foi transformada em museu aonde estão expostas suas obras e seus objetos pessoais.

                                                
                                                       Autoretrato de Frida Kahlo

Os Mariachis são uma peça essencial para finalizar o quebra cabeça latino. A origem desse grupo musical é desconhecida, porém diversas  teorias são válidas. Entre elas, dizia-se que os Mariachis eram pessoas que, sem  nenhuma formação musical saiam pelo México de mula ou a pé a procura de botecos, praças e cafés para tocarem e ganharem dinheiro.  Aos poucos, essa tradição foi se expandindo, chegando até mesmo em certas regiões americanas, mais habitadas por imigrantes. Os Mariachis foram se enraizando na cultura mexicana, e desde então, fazem parte de um dos símbolos mais tradicionais do país.

Embora o México seja um país com um alto índice de violência e não muito citado pela mídia turística, não se pode negar que seja um poço de cultura e tradição e que não pode faltar na sua lista de viagens.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Keep walking with Johnnie

A história é de um fazendeiro de uma pequena cidade na Escócia, o determinado John Walker, mais conhecido como John Johnnie Walker, que levou o mundo das bebidas para um novo horizonte. Após sua fazendo ser vendida, e seu pai ter falecido, Johnnie e sua família compraram com o dinheiro uma pequena  loja, onde ele começaria todo o seu futuro. 

Além de Johnnie, seus filhos e netos também contribuíram para o processo. Alexander Walker, o primeiro e também o mais destacado dos filhos na história do whisky, herdou de seu pai a bebida, e teve inúmeras ideias que contribuíram para o seu desenvolvimento. Alexander desejou que a garrafa se tornasse quadrada, assim seria mais fácil de ser transportada em viagens e mais fácil de ser estocada, além de passar a adquirir um rótulo de formato retangular que chamaria a atenção de todos a sua volta.
Porém, para ele não era suficiente. Alexander, com a mesma alma que seu pai, queria ainda expandir o produto para mercados externos, para que deixasse de ser apenas um produto nacional. Conseguindo isto, a marca se tornou em pouco tempo um símbolo do verdadeiro whisky escocês.
Surgiram tambem o Red Label, Black Label, Green Label, Gold Label e enfim, o Blue Label, todos eles em ordem de origem.
O símbolo da bebida mostra um cavalheiro da aristocracia, que tinha como significado interno fazer os seus consumidores sempre continuarem andando, demonstrando progresso. Além disso, o símbolo e a frase ("Keep Walking") foram usados para movimentos a favores da democracia e por diversos escritores e literários. 
Os Walkers costuraram as suas marcas entre o século XIX e XX e estavam cada vez mais famosos,  dominando a indústria de bebidas, a indústria do marketing, a indústria de tudo. O produto ocupa, até hoje,  estantes de todos os supermercados do mundo.
 As gerações continuaram o que os antepassados haviam começado, sempre herdando uma mesma paixão de continuar andando.